[ENTREVISTA]: #8 - J. A. Marcos

Olá, pessoal!
Tudo bem?! Espero que maravilhosamente bem! 

SEJA BEM-VINDO AGOSTO!!! Que você me traga mais livros do que trouxe em julho <3

Hoje eu trago mais uma entrevista super especial para o GeraçãoLeitura.com
Dessa vez, a entrevista é um pouco diferente porque não há apenas um repórter. Vários blogueiros se reuniram para alavancar o lançamento de "Estrelas Cadentes Não Dizem Adeus", escrito por J. A. Marcos e com isso, surgiu a ideia na cabeça da Dani, do blog A Thousand Lifetimes de que cada blogueiro lançasse mão de uma pergunta e o Marcos as responderia para no fim, montarmos uma entrevista com clima de bate-papo. 

Para quem não conhece, segue a sinopse e a capa do livro:
Estrelas Cadentes Não Dizem Adeus

Emily é uma jovem de 23 anos, professora de história, que mora com seus pais e seu irmão caçula, Jason. Tudo seria perfeito em sua vida se não houvesse um pequeno detalhe: ela é cega. Mesmo assim ela se tornou uma garota independente, que em meio as dificuldades conseguiu superar o fato de não enxergar e consegue levar uma vida normal. Porém, Emily ainda tem dificuldade em conseguir manter seus relacionamentos amorosos, devido aos preconceitos em relação a se envolver com homens que se diferenciem de seu estilo de vida. Mas o destino colocará Mathew no seu caminho, seu mais novo vizinho: jovem, bonito, com sede de viver. Com 21 anos, Matt, como gosta de ser chamado, adora andar em sua moto, tem uma tatuagem que toma todo o seu braço, e acaba de se encantar pela beleza rara de Ems. Ela é tudo que ele sempre quis, ele é o oposto de tudo que ela sempre imaginou querer. Um romance divertido, com pitadas de humor e um pouco de drama. Uma grande lição de vida, mostrando em seu contexto as dificuldade de se viver em uma sociedade que não está preparada para abraçar as pessoas com deficiência. “Estrelas cadentes não dizem adeus" traz uma história envolvente, narrada sobre o ponto de vista da própria protagonista, com um final surpreendente, capaz de fazer você se emocionar, torcer e chorar.

Lançamento dia 31 de julho de 2014 \o/
Se você quiser já pode encomendar o seu exemplar AQUI ou AQUI ou com o J. A. Marcos na página do facebook.

(Nicole, IdeiasTrocadas): 1- Marcos como se sente no dia do lançamento nacional do seu livro? 
Marcos: Estou mega ansioso. Só em imaginar que todo mundo vai conhecer meu trabalho, vai poder ler, gostar, ou não, dos personagens, ter uma opinião própria e aprender algo novo com o livro me faz uma sensação muito boa. É como saber que terei meu trabalho recompensado em ver que as pessoas estão lendo e que estão tendo uma opinião sobre ele. Não importa se positiva ou negativa. Espero que seja positiva.
(Ana Carolina, Cupcake de Letras): 2- Como você descobriu que queria ser escritor? E quais são as suas inspirações para escrever? 
Marcos: Eu sempre gostei de escrever, desde sempre. Mas foi lendo que eu senti um desejo de também criar um mundo meu, de criar meus próprios personagens e dar a eles o destino que eu achasse justo. Quando eu li Harry Potter esse desejo aflorou mais ainda. Eu descobri que eu queria fazer aquilo, que eu queria fazer magia, e se não fosse como o protagonista do livro, seria como a autora do mesmo. Usando a caneta pra criar um mundo e a imaginação pra levar todo mundo pra dentro dele.


(Mirelle, Meu Mundoem Tons Pasteis): 3- Você teve apoio dos familiares e amigos enquanto escrevia? 
Marcos: Eu escrevi um pouco na surdina. Meus familiares nem sabiam que eu estava escrevendo um livro, nem meus amigos. Apenas quando terminei é que eu vim contar sobre meus planos e sonhos de publicar. Muitos deles só ficaram sabendo do livro quando ele já havia sido aprovado por uma editora, e olhe que isso levou tempo. Mas, tive muitos amigos que estiveram me apoiando desde sempre, em todos os "nãos" das dezenas de editoras. Foram mil sensações em uma, a de estar só, a de ter apoio, a de não ter tanto apoio assim. De tudo um pouco, mas no fim todo mundo curtiu. 

(Adriano, GeraçãoLeitura.com): 4- Como surgiu a ideia para escrever ECNDA e quanto tempo demorou o processo de criação da narrativa? 
Marcos: Eu estava escrevendo o primeiro livro de uma saga, cheia de anjos, demônios, seres sobrenaturais e coisas do tipo. Mas, do nada, me veio uma vontade tremenda de escrever um romance, e eu tenho um grave problema de ter ideias no meio de projetos e acabar por não concluir os projetos anteriores. Já tinha decidido que essa saga eu iria terminar sem me apegar a nenhum novo projeto. Porém, a ideia ficou martelando na minha cabeça, abri um novo documento e do nada nasceu o primeiro capítulo do livro. 
A Emily apareceu completamente formada na minha frente, cega, professora, com 23 anos, cabelos encaracolados, linda e feliz. Me apeguei a ela e daí decidi que só voltaria pra saga quando terminasse o romance. Abandonei tudo que estava fazendo e cai de cabeça. Levei cerca de 1 ano pra ter o livro completamente finalizado e pra começar a correr atrás de editoras. Sempre voltava e fazia algumas alterações e correções, mas foi esse o tempo médio do primeiro ao último capítulo.
(Daniela, AThousand Lifetimes): 5- Como encontrou a voz para Emilly em ECNDA? Ela surgiu antes ou depois de desenvolver o arco da história? Qual dos processos foi mais fácil? 
Marcos: Essa pergunta é bem interessante, porquê na minha cabeça a Emily já nasceu completamente formada. Eu já tinha o formato do rosto dela, a voz, a forma como ela se comportava. Foi como encontrar uma pessoa de repente, você olha e observa todas as características. Quando eu peguei meu computador e decidi que ia escrever um romance desta maneira ela veio pronta. A única coisa que mudou foi o nome dela, que inicialmente se chamava Clara. Mas, pra não ficar clichê uma cega se chamando Clara, optei por mudar. Além disso eu sentia que faltava alguma coisa, esse ainda não era o nome certo pra ela, e por fim veio a luz, que trouxe o nome da Emily pra mim.

(Daniela, A ThousandLifetimes): 6- Pode dizer sobre que passagem foi mais fácil e qual foi mais difícil de desenvolver e por em palavras? Olha lá, sem spoilers, Marcos! 
Marcos: Eu adoro soltar spoilers, mas esse livro eu estou me contendo ao máximo para me controlar. [risos] Todo ele foi um pouco complicado, a Emily é uma garota cega. Eu enxergo muito bem, mais do que o normal. O único problema de visão que tenho é o astigmatismo, mas isso não me impede de enxergar muito bem, ao meu ver. O primeiro desafio foi: como criar uma história todo em primeira pessoa com uma protagonista cega? Gente, isso é praticamente impossível. Como ela vai descrever as coisas, e mais ainda, como as pessoas vão se envolver com coisas que nem a própria protagonista enxerga? Mas, eu sou movido a desafios, e isso me motivou bastante. 
Tudo foi muito divertido, mas teve sim um momento muito difícil, lá pelos últimos capítulos, por sinal. No início do livro eu já tinha tomado algumas decisões, mas às vezes as coisas não são tão fáceis de serem colocadas em práticas. A gente se pergunta se é isso mesmo que a gente quer pra nossa vida, pra vida dos nossos filhos, porquê a Emily é uma filha que eu embalei durante todo o tempo de criação do livro e que agora entrego ao mundo. Respirei fundo e fiz o que tinha que fazer, agora eu entrego ela e companhia a vocês, cuidem bem deles, assim como verão que eu cuidei.

(Cila, Cantinho para Leitura): 7- Você conversou com alguém que também fosse cego par compreender melhor as limitações dele? Você fez pesquisa de campo? Leu entrevistas, assistiu depoimentos ou similares? Conte-nos um pouco da sua experiência, qual a contribuição de Emily para a sua vida. 
Marcos: A primeira referência que tive foi a professora de história que me ensinou na quinta série. Ela era cega assim como a Emily. Além disso fiz inúmeras pesquisas, tanto com grupos de apoio a deficientes visuais, quanto conversando com algumas pessoas que possuem essa deficiência. Com eles aprendi muita coisa e pude enriquecer o livro com o que eles passaram. Aprendi muita coisa que eu nem sabia que existia. Esse livro é muito rico em informação. Do mesmo jeito que eu me surpreendi acredito que vocês também vão se surpreender, porque todos os fatos são coisas que as pessoas com deficiência passam e nós nem nos damos conta.

(Angélica, Entre Livros): 8- Eu vi que o livro já foi traduzido para o inglês, onde além do Brasil ele será lançado? 
Marcos: A editora está negociando essa parte de publicação. Como os nossos livros, tanto o português quanto o inglês, também serão lançados em ebook, então já podemos garantir que eles poderão ser encontrados na Amazon facilmente, o que significa que o mundo inteiro terá acesso ao livro, já que a Amazon é uma das, se não a maior, loja de ebooks do mundo. Além disso, para as versões físicas, a Uno está preparando algumas surpresas que em breve ficaremos sabendo.
 (Daniela, A Thousand Lifetimes) 9 - Nos conte um pouco sobre o que os leitores podem esperar dessa história e como você espera que seja a reação deles. 
Marcos: Eu espero que o livro traga uma experiência nova pra esses leitores que leem e que buscam sempre aprender algo novo. As experiências da Emily vão mostrar a vida por um outro ponto de vista, literalmente. Por enquanto todas as criticas que vieram foram positivas, mas estou tentando me preparar para tudo, porque sei que não vou agradar a todo mundo. Porém, se uma parte desse público puder sentir o mesmo que eu senti ao escrever eu já ficarei satisfeito. Se a Emily e o Mat tocar um pouco o coração de vocês e fazer com que enxerguem o mundo de uma maneira mais leve, mais bonita, eu acredito que terei feito meu trabalho.

(Adriano, GeraçãoLeitura.com): 10- Qual pensamento te motiva a nunca desistir? 
Marcos: Levei dezenas de “nãos”, mas sempre que pensava em desistir eu lembrava daqueles autores que admiro, como a J.K.Rowling, por exemplo. Se ela, que pra mim é uma das melhores do mundo literário, levou dezenas de nãos, porquê que pra mim seria fácil? Eu sempre lembro disso quando fraquejo. Que as coisas só vem com dificuldade, e que são essas dificuldades que fazem com que o gostinho da vitória seja muito mais saboroso.

(Cassy, We Want Dreaming): 11- Tem algum cantor/músico/banda que te inspira? 
Marcos: Eu gosto de um pouco de tudo. Sou bem eclético. Vou desde o forró da banda Limão com Mel, ao axé de Ivete e o Pop de Justin Timberlake. A Emily, por exemplo é fã do Justin. Assim como o Mat gosta do Rock do Kansas. Então, posso dizer que a música me inspira e eu sou aberto a qualquer gênero, desde que a letra me agrade.

E aí, pessoal, o que acharam da entrevista? Quero saber! Comente aí e faça um blogueiro feliz!

Bom, eu, particularmente, estou muito curioso e com altas expectativas sobre "Estrelas Cadentes Não Dizem Adeus". E claro, estou bem contente com os caminhos que nossos autores estão seguindo e como, lentamente, cada um vem ganhando espaço e mostrando que nossa terra é fértil! 


GeraçãoLeitura.com deseja muito sucesso ao autor e claro, que muitas novas obras continuem a chegar! =3 

23 comentários:

  1. Oi, Adriano, tudo bem?

    adorei a entrevista com o Marcos. Gostei da sinopse do livro e a capa... *_* linda demais. Todo o sucesso para o autor

    beijos
    Kel
    www.porumaboaleitura.com.br

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  2. Ola!!
    Eu gostei muito dessa entrevista e parabens ao autor! Amei a sinopse do livro, parece ser muito bom, interessante e diferente! <3
    Sucessos e boa sorte, estou ansiosa para ler esse livro e já vou colocá-lo na minha wishlist *--*
    Bjs
    Anny

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  3. Ola!
    Amei a sinopse e capa do livro é muito perfeita! Se eu ler esse livro provavelmente vou me apaixonar. E tambem gostei muita entrevista e meus parabens ao autor!!

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  4. Gostei da premissa da obra e de conhecer um pouquinho mais do autor. Adorei o fato da protagonista ser professora de história, eu acho que vou acabar também dando aulas desta disciplina. Espero poder ler.

    Abraço!
    www.umomt.com

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  5. Não conhecia o livro nem o autor, então aqui pude conhecer um pouquinho sobre os dois ao mesmo tempo.
    Gostei bastante do enredo do livro que é muito interessante e inovador. Não li nenhum livro onde o personagem é um professor e gostei da ideia.

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  6. Adorei essa entrevista, Adriano!!! A galera escolheu muito bem as perguntas, e o Marcos respondeu todas sem nem cambalear. Gosto quando os autores se entregam às entrevistas.
    E é mais um leitor/autor da geração "Harry Potter. Já me identifiquei de cara. kkkkkk

    @_Dom_Dom

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  7. Oi Adriano !
    Amei a entrevista! Muito divertida, haha! Amei o livro, amei a capa, amei a sinopse. Já entrou pra minha lista! ahhaha!

    Beijos!

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  8. Oi Adriano,
    Achei a entrevista super top!Tanto as perguntas quanto as respostas do Marcos foram ótimas é bem bacana saber coisas sobre os autores como o processo criativo,ideias na hora de escrever,opiniões e influências e por ai vai.
    Abraços!

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  9. Nossa! Nunca fiquei na expectativa para ler um livro nacional como agora. Adorei a simplicidade e audácia do escritor de "abandonar" um livro para dar vazão a outro que emergiu em sua mente. Gostei de saber as dificuldades, envolvimentos e toda a produção pré-editora desse livro. E admito que isso me fez querer ler esse livro. A resposta da pergunta 10 foi realmente sensacional. Até os melhores como J.K. levaram nãos, e que isso não impeça não só ao Marcos como a tantos autores que estão na empreitada de publicar seu livros.
    Parabéns ao autor a ação de todos os blogueiros envolvidos que nos enriqueceram com essa entrevista!
    Abraços...

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  10. Como assim o livro já foi traduzido para o inglês e eu não conhecia nem o autor?!
    Mas gostei da proposta desse livro, nunca li nada envolvendo problemas de visão, e adorei o fato de ser lançado em ebook, isso agiliza minha aquisição.

    Beijos.
    Leituras da Paty

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  11. Adriano
    Que livro é esse? Eu quero ler.

    Muito legal a ideia do autor e sua história com o livro em busca de editora, a futura tradução do livro para o inglês e como ele reage diante dos nãos.
    Gostei muito.

    A entrevista ficou show.

    Abraço

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  12. Oie,

    Se eu falar que na primeira vez que vi o livro eu fiquei apaixonada, eu estaria mentindo, mas depois da entrevista posso dizer o contrário, a capa me chamou a atenção, e o que me fez querer ler o livro foi o carinho do autor com a obra, e o livro parece muito lindo, quero muito saber o que vai acontecer com a Emily e o Mat.

    Mayla
    http://meulivromeutudo.blogspot.com.br/

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  13. Oi Adriano!
    Adorei a entrevista, eu não conhecia o livro e fico muito grata por saber dele.
    A sinopse me atraiu bastante e fiquei muito contente em saber que o livro estará na Amazon em inglês também!
    Desejo muito sucesso para o Marcos e admiro muito por não ter desistido diante de vários nãos!
    Beijos
    Chrys Audi
    Blog Todas as coisas do meu mundo

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  14. Oi, Adriano. Não conhecia o autor, o livro e a editora, mas fiquei encantada pela ideia de narrar um romance sob a ótica de uma cega. Muito legal ele ter se inspirado na professora, prova que o que ele escreveu é crível. Mas confesso que estou receosa quanto à revisão, pois encontrei vários erros durante a entrevista, inclusive na sinopse. Tomara que o revisor tenha feito um bom trabalho.
    Beijinhos!
    Giulia - prazermechamolivro.com

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  15. Não conhecia o livro, mas gostei bastante da proposta. tenho uma vizinha cega e posso testemunhar que, apesar de ela ser bem independente, às vezes enfrenta problemas inacreditáveis. Um dia cheguei no ponto de ônibus em que só estavam ela e uma mulher, que se recusava a dizer a ela que ônibus estava passando. Tem muita gente sem coração e preconceituosa no mundo. Nós realmente não conseguimos ter ideia do que pessoas com deficiência passam.

    Que máximo isso da Emily ter aparecido pronta desde que ele decidiu escrever o romance. Não vejo problema no nome que ela teria anteriormente, mas se o autor tinha algum receio com ele, fez bem em mudar. E que interessante ele ter tido uma professora cega, deve ter rolado uma inspiração inconsciente!

    Ju
    Entre Palcos e Livros

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  16. Não conhecia esse livro adorei a sinopse , a entrevista muito boa . E fico feliz ao ver mais um livro nacional se destacando nesse mercado tão complicado . Parabéns J.A Marcos muito sucesso a você .

    Joyce

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  17. Olá Adriano.
    Que livro é esse! Sabe quando só pela sinopse você já se sente apaixonada pelo livro, sou eu nesse momento. Deu vontade de comprar na hora. Amei a entrevista, o autor me pareceu muito simpático.
    Com certeza é um livro que vou ler.
    Beijinhos!
    http://eraumavezolivro.blogspot.com.br/

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  18. Oi Adriano, tudo bem????
    Você também???? É difícil não querer ler esse livro, não é mesmo??? Como já sabe, risos, também estou divulgando esse livro. A capa é linda, a história é linda, não vejo a hora de ler. Gostei muito de saber que iremos aprender mais sobre as dificuldades diárias de quem possui deficiência visual. E, o principal, que limitação não é sinônimo de impossibilidade, tanto é que a personagem irá descobrir que pode amar alguém que não tem nenhuma deficiência e que também se tornou independente, apesar das dificuldades.
    beijinhos.
    cila.
    http://cantinhoparaleitura.blogspot.com.br/

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  19. Oi Adriano,

    gostei muito da entevista e poder conhecer um pouco mais do autor.
    Tenho que admitir que esse livro me conquistou, estou ansiosa para lê-lo e saber como termina essa história.

    Abraços,

    --
    Priscila Yume
    http://yumeeoslivros.blogspot.com.br/

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  20. Olá Adriano, tudo bem?
    Juro que estou bem curiosa para ler "Estrelas Cadentes Não Dizem Adeus", primeiramente porque a capa é a coisa mais linda do mundo! Depois por ver a simplicidade e simpatia do autor nas entrevistas que andei lendo. Espero que a Sollo me presenteie com ele <3.

    Beijo

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  21. Oi Dri!
    Consegui vir mais cedo aqui!! <3
    Adorei a entrevista, ele me lembrou um pouco eu, com o blog, eu escrevi resenhas no blog por quatro meses antes de falar para família que eu estava fazendo! Na surdina como ele! ahahha
    Adorei a capa e a sinopse do livro!
    GOSTEI!
    Beijão!
    Paulinha Juliana - Overdose Literária!

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  22. Oi Dei
    Tudo bom?
    A Daniela sempre vem com idéias bacanas e adorei a entrevista em grupo, ficou bem explicativa e estou super curiosa com o livro, que aliás não conhecia.
    Beijos

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  23. Não conhecia o autor e seu livro tem uma ideia sensível e delicada.
    Já quero ler :)

    Sucesso.

    beijinhos

    ResponderExcluir

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